quinta-feira, 30 de junho de 2011

Resta agradecer


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Eterno camisa 7. Obrigado!
Não era pra ter terminado assim. Em agosto de 2010, eu imaginei qual seria o dia da saída do ídolo. Eu pensei em um dia glorioso, após a volta de Tóquio com nosso Bi-mundial na mão e o Tri da América junto. Não foi, nem tudo é como queremos ou melhor dizendo nada é quando queremos (se é que vocês me entendem). Não agora por pura política, pela maldita política e o mal-caratismo de um grupo encabeçado pelo ladrão mor Paulo Odone Bandido de Araújo Salafrário Ribeiro Ladrão. Um ser que um dia foi idolatrado e eleito por maioria esmagadora, e que hoje enche a boca para falar em limonada, série b, arena e alimentar um mito de imortalidade que não tem como existir em pseudo-atletas como Lins, Gilson ou Diego Clementino. Não bastasse isso, existe uma série de motivos para justificar a saída de Renato, mas o principal é Odone. Culpa dele, repito, culpa dele perdemos nosso comandante, (pois ídolo ele sempre será), e acima de tudo Gremista na tarde de ontem.
Sim, Renato Portaluppi fora teimoso muitas vezes. MUITAS VEZES. Contra São Paulo, Botafogo, Universidad Católica e por aí vai... Eu condenei, e provavelmente tu condenaste também. Mas vamos pegar a história do início:

 Agosto de 2010, Ele assume um Grêmio revirado, sem rumo e na penúltima colocação do Brazileirão.Traz reforços sem muito renome e faz um time que era bom jogar.
 Dezembro de 2010, O Grêmio está na Libertadores da América depois de fazer a melhor campanha de um turno em toda era pontos-corridos no Brazil (superando o Cruzeiro de 2003). O time é bom e as expecativas para 2011 são promissoras.
 Mas aí assume a presidência Imortal o salafrário rei, Paulo Odone, que desde o início deu sinais de que não queria manter Portaluppi, vide a novela para a sua renovação contratual.
 Em 2011, o presidente perde o artilheiro Mestre Jonas de graça, por ficar um mês às voltas de um MercenáR10.
 Para substituir, temos um cone catarinense chamado Lins, e estamos falando em Libertadores da América!
 Sem reforços, Renato Portaluppi vai até aonde dá com um elenco limitado, cheio de lesões e aliado a sua teimosia de jogar com três volantes um jogo onde precisava-se marcar dois gols.

Renato, treinador, vai embora um tanto queimado por suas insistências, teimosias e invenções. E sem conseguir mudar o rumo sem títulos, deixado por fragmentos de administrações tão falhas como a de Paulo Odone.
Portaluppi, O Ídolo, fica pra sempre na história gloriosa do Imortal Tricolor Grêmio. 

Mas não vou dizer que o ídolo que fica é apenas o jogador. Ele teve peito para assumir ano passado e merece agradecimento pela tentativa. Agora, ele alertava que necessitava de reforços com urgência. Não considero um erro ele querer ser "manager" e dar tudo mastigadinho para os seus superiores incompetentes. Este é o estilo Dele, sempre foi e com certeza sempre vai ser, acostumem-se.

Fica o sentimento de que Ele podia conseguir mais com as adições de Miralles, André Lima, Gilberto Silva, Leandro e os outros que ainda virão, porque o engraçado é que agora que ele foi, mil nomes voltam a serem especulados e se vierem tornam-se um atestado do plano ridículo de Odone contra Renato.

Não era pra ter terminado assim, ou melhor, não é pra terminar assim. Ele ainda volta, tenho certeza e será em dias melhores, quando Paulo Odone e sua trupe estiverem bem longe do Monumental

Apesar de todos os pesares, mais uma vez OBRIGADO PORTALUPPI!

FORA PAULO ODONE E TODA A POLITICAGEM!

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