segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Nunca duvidem do Grêmio!

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Opa galera! Tranquilo? Bom, em primeiro lugar quero me explicar, porque não postei antes: pois estive fora o fim de semana todo e só pude chegar ao computador agora. Mas estou aqui, postando na madrugada sobre um assunto que merece ser postado a hora que for. O Grêmio (a sua força e sua fé). Mais uma vez mostramos do que somos capazes e que sim, voltamos a ser acima de tudo GRÊMIO. Um time unido, formado por Gremistas, ou ao menos jogadores que lutam pelo Grêmio (algo que já serve [demais] e é exatamente o contrário do que exaltava o Desabafo de um tricolor e era opinião quase unânime pelos pagos onde se avistam camisetas tricolores mesmo nas piores épocas Silas...). Bom, não só do último jogo contra o Vasco, eu também vou falar do jogo contra o Prudente que não pode passar batido. Esses dois jogos me deram a certeza que vamos para a Libertadores sim, e o título? Vou ser otimista mesmo, pois é o que sinto no momento: só o Cruzeiro pode ficar na nossas frente!

Contra o Prudente: Sir Mestre Jonas
marcou três e chamou galera pra dança
Me acomodei na cadeira, pedi aquela coca bem gelada e comecei a assistir a partida. Que venceríamos eu sabia, mas não tinha ideia que essa partida me traria um otimismo maior ainda e nosso início fulminante foi essencial. Pela décima vez no campeonato marcamos nos primeiros 15 minutos. Um erro bem de time rebaixado na zaga do velho Prudente e com 44 segundos Jonas não fomeou, até porque não teria como fazer isso né Mestre? André Lima: 1 a 0 Imortal. O jogo seguiu e nossos passes envolventes foram empolgantes e em uma jogada digna de exemplo de organização coletiva Douglas lançou Fábio Santos, que cruzou para André Lima. O centroavante deixou passar, e Jonas bateu de primeira: 2 a 0, aos 24. Que o Jonas marcaria de novo, não tínhamos dúvida: Lúcio lançou no peito de Jonas que matou e caprichosamente colocou de canhota no fundo das redes. Ok, eu me rendo: começo a gostar do Jonas (um pouco) e... ah sim! Mestre Jonas! 3 a 0 com 32 minutos. No segundo tempo recuamos e investimos em contra-ataques, mas o Prudente gostou. Pelo menos uma quatro vezes Marcelo Grohe se saiu bem e quem diria, Paulão (sim! Aquele grosso!) foi aplaudido e ovacionado a cada bico que saia de órbita e parece que vinha com o carimbo: Made in Azenha. Clementino entrou e com sua estrela parecia que o 4º seria dele, mas Jonas sofreu penâlti, convertou e colocou um hat-trick na sua conta. 17º gol no Brasileirão que fez com que eu me rendesse a habilidade do artilheiro. Só que nos acréscimos ele driblou o goleiro e.. PERDEU? É a cara do Jonas... Chinguei demais, só que no fim chegou a ser até doce aquele erro, pois já eram 4 a 0 e a certeza de Libertadores veio.


A partida de ontem (pois apesar de ser madrugada de segunda, ainda não dormir, portanto pra mim ainda é domingo), contra o Vasco não pude assistir, mas torci e acompanhei com o coração na mão. Vi e revi os lances a até parei de postar para (re)ver de novo nesse momento no Lance Final. Mas já está bem tarde e eu dormi pouco, portanto trago o post do GLOBOESPORTE, pela Juliana de Brito. Mas posso dizer que foi na base de Grêmio, digo de raça, pois com 3 a 1 contra, nós estávamos já com aquele velho cansaço do segundo tempo.




Contra o Vasco: Acima de tudo, camisa 7!
Sete jogos sem perder por, principalmente, responsabilidade de um jogador vestido com a camisa sete. O difícil empate do fim de tarde deste sábado nos faz voltar a pensar na mágica implícita na história de quem usa este número. Com ou sem um artilheiro, o Grêmio é o adversário que mais compreende a dificuldade da tarefa de encarar o Vasco em São Januário. Desta vez, além de enfrentar a inspiração de Zé Roberto e Eder Luis, o Tricolor se deparou com seus próprios erros e com a já esperada péssima arbitragem. No post pré-jogo, havia lembrado o episódio, em 2008, no qual Alício Pena Junior demonstrou sua falta de qualificação – ou de vergonha na cara mesmo – para arbitrar. Neste sábado, não foi diferente. Alício, junto com seus assistentes, recebeu todos merecidos xingamentos pela falta de critério e pelos deslizes escancarados durante a partida. É lamentável que a reclamação com a arbitragem brasileira esteja banalizada e, com isso, qualquer linha sobre é vista como inútil ou só como uma justificativa para as falhas do futebol. A arbitragem atrapalhou muito a qualidade do jogo, mas os erros da equipe também não permitiram que o Grêmio se impusesse ao apito. Fábio Santos, mais uma vez, entra no tópico negativo da partida: os espaços deixados pela lateral-esquerda foram fundamentais para os avanços do adversário. Somou-se a ele a fraca atuação do meio-campo. Os volantes não marcavam a saída de bola do Vasco, que se postava com facilidade e rapidez nas proximidades da área de Marcelo. Lúcio também não estava em um dia inspirado e Douglas, sobrecarregado, pouco produziu.Por outro lado, apesar dos equívocos corrigíveis, o Grêmio mostrou capacidade de reação. As alterações de Portaluppi foram certeiras e ousadas. Quando menos se acredita, surge uma intervenção de Renato para transformar o jogo. E foi assim, na insistência de empatar, que se sobressaiu as escolhas do treinador e a qualidade individual. Os gols de Jonas selam sua condição de goleador, de grande artilheiro, de jogador histórico para o Grêmio. A conquista deste sofrido um ponto fora de casa, aos 43 do segundo tempo, bendiz também a contratação de Gabriel e sagra as crendices sobre o poder da camisa sete. (Juliana de Brito, GE)

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