terça-feira, 19 de outubro de 2010

Esse amor descontrolado...

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Falaa galera! Depois de alguns dias estou de volta e agradeço aos guris pela condução que tiveram do blog. Há tempos falo em intensificarmos a nossa divulgação e depois de eu me afastar das funções aqui nessa última semana, volto a me dedicar por essas bandas.

Bom, outro motivo de eu não postar foi minha viagem pra Porto Alegre, no Olímpico Monumental após 5 meses. Foi um dos negócios mais emocionantes que já presenciei: Aquela massa celeste pulsando junto dos trapos e bandeiras. Principalmente por ter sido meu primeiro jogo no meio da Geral do Grêmio. Se de lá não dá pra ver muito o jogo, dá pra sentir uma energia fora do comum que nos impulsiona a pular e cantar com toda a força não só nos 90 minutos de bola rolando mas, na hora que antecede a partida, no intervalo e após o jogo. E aquele orgulho incrível de ter nascido Gremista.  
Apesar de alguns impasses já em POA, entramos no estádio as 15:20 e tomamos o rumo da torcida que nunca para. Quando começou o jogo eu tava certo de que seria um jogaço mesmo. Cruzeiro e Grêmio, os líderes do segundo turno. Senti que seria complicado mesmo já nos primeiros minutos, mas a interessante batalha tática fez com que um time fosse na busca de anular o outro. Investimos primeiro ao ataque mas quem marcou foram eles: Montillo, aos 29. O camisa 10 maria cruzeirense vinha crescendo, mas quem criou chances fomos nós e o nosso camisa 10 mostrou quem manda no Monumental. Douglas largou o bola  pra Jonas que chutou. Viçosa (que lembrou muito o Nilmar jogando) marcou, aos 48. Ali terminou um primeiro tempo tenso. E na arquibancada a festa não parou. No início do segundo tempo, era certo que sairiam mais gols e o Cruzeiro começou incomodando com Montillo de novo, mas respondemos com Viçosa. Jonas e Lúcio tiveram uma chance que colocou nosso coração na boca: Jonas chutou e Fábio desviou para a trave e no rebote Lúcio perdeu incrívelmente. Naquela altura eu tinha certeza que ganharíamos. O Cruzeiro teve um gol mal anulado (ou não?) e na sequencia penâlti em Gílson. Mestre Jonas converteu (e teve que ser duas vezes) para nos atirarmos em uma (duas) avalanche (s) de alegria. Mestre Jonas, maior artilheiro em Brasileirões da história do Tricolor!

O resto foi coração. O Cruzeiro partiu para cima, incomodou, ameaçou. O Grêmio reagiu no contra-ataque. Em dois lances, poderia ter matado o jogo. Não fez, mas também não levou. Que jogo.
IMPORTANTE: Ontem o G-3 voltou a ser G-4 e só vai mudar se um brasileiro vencer a sul-americana. Com isso, estamos fora desse grupo por uma vitória apenas, empatados em pontos com o Atlético/PR.

Domingo é Grenal e aí sim vocês verão no Olímpico como esse amor descontrolado nos tirou do Z-4 para a Libertadores da América. E se vencermos? Que venha o Tri Nacional!

"Aos que torcem pro inter, A voces eu quero perguntar: porque nao cumpre a palavra do meu estadio derrubar? Sera porque tu tens medo, da banda do Monumental, a banda que corre os macacos do internacional!

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