domingo, 5 de setembro de 2010

A velha Imortalidade...

POST MONTADO POR:

Bom gente, demorei a falar sobre o Grêmio, mas cheguei. Fiz o post hoje e quando fui salvar meu pc travou e ele foi pro beleléu. Como meu tempo está curto, vou reproduzir o do blog do Globo Esporte pela Juliana Brito.
Só queria colocar que me assustei com a atuação de quarta no segundo tempo, mas ontem tivemos personalidade para virar depois do primeiro tempo. Mas segue o post:


A partida contra o Botafogo traz importantes lições para o Grêmio. O grande problema é que a situação delicada da tabela não dá margens para errar, perceber, mudar e melhorar. Diante do time de Joel, muito mais por falha deles, foi possível reverter em tempo para o empate. E esse é o principal ensinamento que fica: inventar custa caro. A intenção de Renato, escalando Gilson no meio-campo, é compreensível, mas já tinha sido uma escolha equivocada na Arena da Baixada. Repetir o erro no primeiro tempo custou dois gols e vários sustos. O Grêmio deixou o Botafogo impor seu ritmo e dominar o jogo. Mas aí Renato mostrou que não é passível aos seus próprios desacertos, nem teimoso por natureza. Mudou e melhorou o desempenho com a troca de Gilson por Roberson.
 Souza segue sem confiança, sem ímpeto, sem ser Souza. Sequer cobra bem os escanteios que antes levavam perigo para o adversário. É por isso – somada às dificuldades de Adílson, à apenas lapsos de bom futebol de Leandro e à má vontade de Douglas – que a maior dificuldade do Grêmio segue sendo a articulações de jogadas. Nessa história, se salva o capitão, agora lesionado, Rochemback. Muito mais pelo nivelamento por baixo do que por méritos próprios. O empate, perante tudo, foi um bom resultado. Mas procrastina, outra vez, a necessidade de vencer fora de casa para que o Grêmio imponha, a si mesmo, a obrigação de viver fora da zona do rebaixamento. O returno é a chance de reinicio. Que seja de vitórias. Ou de empates como o de ontem: se aproveitando dos erros dos adversários e aprendendo com os próprios equívocos. A virada de turno precisa ser como um segundo tempo: com os efeitos do vestiário, com as mudanças imprescindíveis e com gols importantes de quem exige de nós paciência em um difícil processo de aceitação. (Juliana Brito, extraída do GE)

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